Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

De volta à Catedral...

       
De volta à Catedral, assisti a um jogo no qual o Benfica jamais merecia perder ou empatar. Magnífica exibição encarnada, talvez a melhor da época, frente ao actual campeão europeu Milan; O soberbo golo de Maxi Pereira respondeu ao tento inaugural do Milan e empolgou o Benfica e adeptos para um jogo fantástico.
Excelente ambiente revivendo o mítico inferno da Luz onde equipa e adeptos estiveram numa simbiose perfeita. E Rui, merecias tanto ter marcado ao “teu” Milan.
     
    
sinto-me:
música: Hino Benfica
publicado por spacecowboy às 14:39
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Passeio em bicicleta

Final de Abril, fim de semana livre e há que aproveitar as generosas tardes primaveris. Desta vez queríamos fazer algo diferente, algo que nos fizesse recordar velhos tempos, tempos sem preocupações ou responsabilidades. Nada melhor do que um saudável passeio em bicicleta. Percorríamos os primeiros quilómetros pelas paisagens do campo naquela agradável tarde de sol, parecendo miúdos a quem fora oferecido um novo brinquedo.
         
Dirigíamo-nos a um açude para saborear o belo do petisco, mas algumas cabeças de gado bravo resolveram bloquear-nos o caminho levando-nos a percorrer mais uns quilómetros em direcção a um outro ligeiramente mais distante. Sem stress, a tarde era de calma e descontracção.
O petisco? Estes meninos tratam-se bem. “Gambas à alhinho” regadas pelas suaves super bock green.
 
Terminada a iguaria, o regresso à estrada para mais uns quilómetros em direcção a casa, agora já na companhia do carro de apoio, o DeLorean.

A equipa de ciclistas foi composta por alguns dos intervenientes do costume: Beco, Zé, Rafaela, Monteiro e Arromba.
música: Best of You - Foo Fighters
publicado por spacecowboy às 14:57
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Festival da Sardinha Brava

                 

Maio de 2007, em simultâneo com o Festival “Sabores do Toiro Bravo”, realizou-se em Coruche o “Festival da Sardinha Brava”. O evento ficou marcado pela sua localização (rotunda do Monte da Barca) e pelo “dress code” proposto pela organização. Na inauguração, decorreu uma procissão em bicicleta até à rotunda.

Quem nunca saboreou um peixinho, feito na hora, assado na brasa? Pois bem,  assadores a postos, sardinhas fresquinhas, vinho carrascão da região, estava dado o mote para uma festa muito animada. Festa esta que serviu também para dar boas vindas a todos os visitantes que por essa altura chegavam a Coruche pela entrada do Monte da Barca.
      
Este festival despediu-se com um jogo de futebol no ringue de Coruche, mas ainda não temos a certeza se realmente havia uma bola. Pensamos que os jogadores não a conseguiam ver, ou então viam… a dobrar, mas que foi um jogo bem disputado isso foi.
Para o presidente da Câmara, Di Mendez, este foi “um festival excepcional de promoção de Coruche”. O autarca diz ter “razões para estarmos ainda mais orgulhosos de sermos Coruchenses”. Di Mendez atribui o sucesso do certame “ao empenho da organização e à hospitalidade e simpatia da população de Coruche”.
No próximo ano, as expectativas da organização são elevadas, o objectivo será atingir o dobro dos visitantes deste ano (cerca de 10!?!).

A organização do “Festival da Sardinha Brava” na Rotunda do Monte da Barca, Coruche, foi composta por Luís Martins, Luís Monteiro, Zé Tadeia, Pedro Lamas, João Joli, Tó Beco e Bill Queijeiro.
Para o ano há mais.
sinto-me:
música: Extreme Ways - Moby
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publicado por spacecowboy às 01:02
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Una aventura en Plasencia

Mais uma viagem, desta vez o destino encontrava-se mais perto, a nossa vizinha Espanha. Foi em Maio de 2007 e Plasencia fora o local escolhido.

Em plena Primavera, com um clima extremamente agradável e a convidar a uns passeios, a viagem seria agora feita de carro e tinha como tripulantes o Arromba, Inês, Monteiro, Zé, Rafaela, João Pedro e Fight.

Estava dada a partida e viajámos na direcção de Badajoz para depois fazermos uma breve paragem em Cáceres. Hora de beber umas cañas acompanhadas pelas belas tapas, e imediatamente ficámos familiarizados com a expressão essencial: -“Una caña, por favor.. Gracias”. Tempo ainda para um passeio pelas ruas de Cáceres e uma visita ao seu castelo.

Novamente na estrada, a próxima paragem seria após percorrer 80 quilómetros – Plasencia, uma pequena, antiga e tranquila cidade, com bonitas catedrais e imponentes muralhas, desenvolvida na indústria agrícola.
Tendas montadas no camping do Parque Natural de Monfrague, altura então para fazer o reconhecimento da zona, para tal nada melhor do que um rally das tasquinhas.. e que rally.. cañas e tapas é o que se quer. -“Gracias”. Aqui, de cada vez que se pede uma cerveja, oferecem um pequeno petisco para acompanhar, as famosas tapas ou raciones. E se é tradição, quem somos nós para contrariar? Está decidido o nosso jantar, tapas à pala.
Estava-se bem naquela tarde de sol, muito calor, esplanadas, sempre bem servidos do belo refresco de cevada, tapas para todos os gostos(jámon, o famoso presunto que surpreendeu pela superior qualidade, os variados e apetitosos queijos, azeitonas bem temperadas, batatas, frutos secos, saladas, gambas, calamares, sem esquecer a paella e as banderillas. Aqui destaco “La Pitarra del Gordo”, um local de excelência para tapear, pela qualidade das tapas assim como do vinho.
Fez-se noite, já jantados e bem bebidos fomos a um bar, os shots foram o próximo passo. Diga-se que o ambiente não era dos melhores até porque estava quase vazio, mas estávamos ali todos e isso fazia a diferença. Só saímos depois de uma ultima rodada de shots oferecida pelo dono do bar e também ainda houve tempo para fazer um testezinho do balão, numa máquina que existia no bar. O resultado?? 4.0! Das duas uma, ou a máquina marcava mal, ou eu bebo oceanos. É mais fácil acreditar que a máquina estava avariada, mais à frente explico porquê. A condução até ao parque de campismo foi feita em piloto automático. Devo dizer que o piloto ainda se aventurou numa das rotundas de Plasencia. Ao encontrar uma rotunda cujo interior era composto por relva e por um lago com repucho, o piloto dirige o opel para o interior da mesma onde efectua um sem número de piões. Posto isto, o tripulante Zé Tadeia sai da viatura e banha-se no pequeno lago enquanto Monteiro e Rafaela continuam os perfeitos piões. Por sorte correu tudo bem.. Tal não era..

Para o dia seguinte ficara reservado um passeio pelas montanhas. Não resistimos às paragens para apanhar cerejas, fruto predominante nesta zona. Estávamos extasiados pelas paisagens, espantoso. Procurávamos nesta altura um riacho conhecido na zona da Garganta la Olla, onde passaríamos grande parte da tarde, banhando-nos nas suas cascatas, totalmente descontraídos. Que calma, que ambiente, relax, uma pequena amostra de paraíso. No final da tarde, visita à Garganta la Olla, uma aldeia bastante antiga, com uma população maioritariamente idosa, mas bastante acolhedora. Aqui, ficou-nos na memória “La Pitarra del Tio Pedro”, uma taberna tradicional, onde comemos e bebemos o resto da tarde, sempre com uma enorme simpatia e disponibilidade da parte do anfitrião. –“Gracias Tio Pedro” .

À noite, tempo para divagar pelos bares de Plasencia, à imagem do Bairro Alto (quer dizer, em ponto pequeno). A determinada altura, o Fight quis voltar ao bar do dia anterior. Como mais ninguém o queria acompanhar, eu voluntariei-me. O bar estava vazio e nós parecíamos arrependidos, quando o dono do bar logo nos reconheceu e nos convidou para uns shots acompanhados de um interessante diálogo com o staff. Só sei que quando demos por nós estávamos com “o barrete cheio de uvas” e o bar estava agora a abarrotar, era altura de colocar em prática as lições de espanhol recebidas. Não nos portámos muito mal pois não Fight? Sabes quanto é 2x3? :D    Recordo-vos agora o porquê de considerar avariada a máquina para controlo de alcoolémia no bar, é que o nosso companheiro Fight nesta noite também ele testou os seus níveis. E quanto é que ele acusou? Pois é, os mesmos 4.0. Coincidência, ou talvez não. Estes meninos bebem muito. Eheh. Fraquinhos! Desta vez a viagem até ao parque foi mais tranquila, não é que me lembre muito bem mas… acho que sim.
Para o dia seguinte, o regresso sereno até casa, com a sensação de dever cumprido.

Una aventura en Plasencia con el Combativo, Arrombadore, D.Ines, Jose, Raphaella, Juan Pedro e Luiz Miguel.. -“7 cañas por favor.. gracias!”
sinto-me:
música: Flawless - The Ones
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publicado por spacecowboy às 03:52
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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

London Trip

O projecto “London trip” fora proposto pelo Zéi logo no inicio do ano de 2006, era uma viagem diferente, a primeira além fronteiras em grupo.
Grande parte do nosso grupo de amigos acedeu de imediato ao convite embora fosse certo que na altura de marcar e confirmar a viagem, metade das pessoas ficariam pelo caminho, ou por não terem conseguido juntar dinheiro ou por terem compromissos ou ainda simplesmente “porque não”.
Os meses iam passando e finalmente no inicio de Julho, altura em que se realiza o torneio de futsal em Coruche, o Zé chega ao pavilhão com a proposta final: era em Setembro e o destino seria então Londres. 7 resistentes aceitaram. –Let’s go!! Zé, Rafaela, Monteiro, Tonho, Diana, Fight e Bill, era este o gang.
Agora, a prioridade passava por marcar a data da viagem, em regime low cost. O Zé disponibilizou-se mais uma vez para tratar disso e em pouco tempo conseguiu uma viagem para dia 6 de Setembro, a um preço excelente. Seguiu-se a marcação de um hostel, obviamente o mais barato, o Millenium Hostel 639. Se era bom ou não, isso via-se depois, não era o mais importante.
Conscientes do elevado nível de vida em Londres, a contenção de gastos era uma prioridade. Sendo assim comparámos os preços dos bilhetes de transportes públicos com a opção de alugarmos um carro. Foi desta comparação que surgiu um negocio irrecusável, o aluguer de uma carrinha Renault Scenic de 7 lugares a um preço inacreditável, tão inacreditável que tivemos de fazer um telefonema para a empresa a confirmar o preço. Até o funcionário da empresa ficou surpreendido, mas se aquele preço era o que estava, seria por aquele preço que iríamos alugar. This one’s ours!
Seria então altura de aguardar ansiosamente até Setembro.
6 de Setembro de 2006, meio dia, estes meninos estão a caminho de Santarém afim de apanhar o comboio que os levará ao Porto. Era no aeroporto da invicta que a “Ryannair” nos esperava. Todavia, a viagem não começou da melhor maneira, já que houve um atraso do comboio superior a uma hora. De todo o mal o menos, sempre dá para beber uma fresquinha, a boa disposição permanece intransigente, yeah!
Chegámos ao Porto ao final da tarde, era tempo de caminhar para o aeroporto. O voo FR 8348 estava marcado para as 21.15 e remetia-nos para Stansted. Uma hora e poucos minutos depois aterrávamos então em terras de Sua Magestade e o cansaço dava agora lugar à euforia.
À saída esperava-nos o Renault Scenic, que nos levou até ao hostel ao som de José Cid. Todos cantavam e batiam palmas.. Esta viagem teve cerca de uma hora de duração, uma viagem um tanto ou quanto estranha, devido à ainda inadaptação desta condução à esquerda.. Que mania que estes ingleses têm de ser diferentes.
O hostel situava-se na Harrow Road, uma localização muito razoável, com a estação de metro ao lado, bons acessos às principais zonas de Londres e também ao supermercado.
Nessa noite não se dormiu, já que o nosso quarto só estaria reservado para o dia seguinte, ainda assim ficámos na sala de convívio do hostel, na companhia de umas agradáveis Carlsberg. O cansaço era evidente, mas o dia do check-in estava quase a nascer.
Depois de fazer o check-in, fomos dormir. DORMIR??? NÃÃÃO!!! Apesar da directa, a nossa vontade era ir imediatamente conhecer Londres, há tempo para dormir depois. O pequeno almoço já foi mesmo no centro, e as libras começaram a voar! A tarde ficou reservada para começar a conhecer os monumentos.
Pois bem, depois de estacionado o carro junto à Victoria Station, a descoberta de Londres começou.
Caminhando pelas ruas, surpreendemo-nos com a harmoniosa mistura de uma cidade antiga e moderna, tranquila e com uma diversidade cultural espantosa. Chegamos a St. James Park, passámos pelo largo do Parlamento e avista-se o Westminster Abbey e as Casas do Parlamento assim como o famoso Big Ben. Magnífico. Do outro lado do rio Thames, o Aquário e o London Eye, a maior roda observatória do Mundo. Dali obtém-se uma vista fenomenal de Londres. Tiramos umas fotos e desfrutamos dos monumentos.
-Ok, isto é tudo muito bonito mas…. E os Pub’s?? As Pints?? Os baldes de cerveja??
Um sorriso contagiou-nos a todos.. – Let’s go!! Seven Pints Please! Sete bombas!
Foi quando demos conta de outro aspecto da realidade inglesa, assim que saem do trabalho, dirigem-se ao pub mais próximo para saborear a bela da bejeca, aquele momento é sagrado, místico. Como os respeitamos, seguimos o exemplo. O antigo impera na decoração destes estabelecimentos, a madeira, o cheiro, as canecas de cerveja, a boa disposição, a cerveja, o convívio, a beer, os jogos de futebol e o ambiente fantástico que criam, a cerveja, a festa…  mas tudo o que é bom também acaba, e os ingleses acabam cedo. 8, 9 horas da noite, a festa termina, os ingleses bebem o seu último drink e rumam a casa. Cedo? Pode ser, mas amanhã é outro dia e por estes lados deitar cedo e cedo erguer é um hábito.
Nós dirigimo-nos então ao hostel, com uma breve paragem no supermercado para abastecimento de cerveja. O jantar? Esse será atum directamente de Portugal (para todos os gostos: atum simples, atum com grão, com bacalhau, com maionese…). Há também sardinhas enlatadas e não falta o feijão. Com isto tudo faremos o belo do petisco à portuguesa, já diziam os mestres Fight e Bill. Cerveja quente? Também se resolve, improvisa-se um lavatório com gelo e elas “até vêem n’assuar “. Este ritual acabou por ser respeitado todas as noites, obviamente terminando quase todas da mesma maneira.. Ups.. I’m drunk!! Yeah!
No dia seguinte acordámos por volta das 11h, seguiu-se o merecido banho (o chuveiro era um cubículo , minúsculo, a um canto do nosso quarto). Nessa altura, demos conta de que havia uma pessoa a mais no quarto, um companheiro da África do Sul. Foi também quando vimos a luz do dia que constatámos a fabulosa vista do nosso quarto.. Um… Cemitério.. Ah pois é! O que nos rimos.. Para que conste também, deixo a “constituição das equipas” no quarto: logo à entrada fico eu e o Bill no primeiro beliche, depois fica a Diana e o Fight cujo beliche situa-se perto do lavatório/frigorífico e do cubículo/duche. Segue-se o beliche do Tonho e do Sul Africano e finalmente o da Rafaela e do Zé, com a tal vista espantosa sobre o cemitério.  
À tarde retomámos a rota dos descobrimentos dos monumentos londrinos e assim foi durante os dias seguintes da nossa estadia.
Já adaptados ao ritmo de vida dos ingleses, acordávamos mais cedo e entre visitas a monumentos e museus, intercaladas com visitas a Pub’s para refrescar as ideias e o espírito, os dias iam passando.
O itinerário fora cumprido quase na totalidade, com visitas ao Museu da Guerra, Museu da História e Ciência, Southwark Cathedral, City Hall, Hay´s Galleria, a vistosa Tower Bridge, Tower of London, Swiss Tower, St Paul’s Cathedral, Museu de Londres, British Museum, Covent Garden, Trafalgar Square, Piccadilly Circus, BT Tower, Museu Madame Tussaud’s. Tempo ainda para passar no Hyde Park e Kensington Gardens, passando pelo Buckingham Palace. Visitámos também a zona do Soho e a China Town, um pequeno império Chinês em ruas londrinas.
Foram muitos quilómetros a pé, pois andar de carro no centro de Londres exigia o pagamento de uma taxa elevada. Devido a isso, foi reservado um dia para deixar o Renault em casa. Comprámos um bilhete diário de metro e visitámos Nothing Hill durante o dia. É realmente um dos bairros mais bonitos de Londres, não podíamos também deixar de parar nos seus lindos Pub’s. Era dia de jogo na liga inglesa e depois de nos cruzarmos com centenas de adeptos do Chelsea no metro, estávamos agora no Pub perante adeptos do Manchester United e depressa nos juntámos a eles. Cerveja, futebol, cânticos, fantástico ambiente. A noite, essa ficou destinada à discoteca Fabric, mas antes fizemos um petisco à portuguesa muito bem regado. A Fabric, como o nome indica era uma fábrica, de carnes, que dava agora lugar a uma enorme discoteca com várias pistas de dança, musicas para todos os gostos. Dançámos all night long, as inglesas ao rubro, o som excelente (destaque para amalgamation of sounds, perfeito), não dava para parar. Sem dúvida uma grande noite. Fiquei com pena foi de um inglês.. coitado, grande tareia que levou do fight e bill. Abraçaram-se ao homem, um de cada lado, a falar de futebol, e não mais o largaram a noite toda. Cada vez que eu passava perto deles para atestar o copo, o tema permanecia o mesmo: “Sporting is the best!” “Figo and Ronaldo are the best” “Sporting has the best school in the world”.. Coitado, só dizia “yeah”.
Por falar em Fight e Bill não posso deixar de realçar o que estes meninos contribuíram para o bom ambiente e animação durante toda a viagem e pertenceram-lhes algumas das cenas mais caricatas e engraçadas, como por exemplo a noite em que o Fight adormeceu primeiro e o Tonho colocou pasta de dentes na almofada deste. A meio da noite o Fight acorda exaltadíssimo com pasta de dentes no corpo todo inclusive nos pés.. Como lá foi parar?? Milagre?? Destaque também o convívio com uns alemães que quiseram vir para a party que tínhamos no nosso quarto, um deles até partiu a parede quando se ia a sentar. - “Fds o gordo partiu a parede”, comentámos na língua de Camões. Eh eh.
Muitas mais situações hilariantes se passaram, mas essas, permanecerão no álbum de fotografias da memória. Jamais esquecerei esta viagem, nem aos que me acompanharam nesta aventura.
De Londres fica a simpatia, tranquilidade além da mania que estes ingleses têm de fazer tudo diferente, é a condução à esquerda, é a moeda que tem de ser libra e não pode ser euro.. Depois bebem cerveja (fraquinha diga-se) como se não houvesse amanhã, impera o fast food, as fish ‘n chips, as refeições deixam um pouco a desejar. Os carros mais fracos que conduzem são BM’s. Além disso, é uma cidade onde encontramos gente de todas as raças, cores, crenças, religiões..
Infelizmente, é agora altura de entregar o “nosso” carro, e voar até Portugal.. Os rostos fecham-se agora, ninguém fala, o cansaço aumenta, está a terminar.
Fica a aventura por terras de Sua Magestade e ficam também as memórias.. inesquecível. Os 7 magníficos regressam à pátria. Monteiro, António, Zé Tadeia, Rafaela, Diana, Luís Rafael aka Fight e Ricardo aka Bill. Fica a promessa de uma viagem no ano seguinte. Deixo também o meu apreço por todos eles, que ajudaram a proporcionar esta viagem fantástica. Thank you..

See you..                             
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publicado por spacecowboy às 16:08
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